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Cúpula da PF reage ao afastamento: 11 diretores colocam cargos à disposição

William Murad assume interinamente o comando da corporação e manifesta confiança em Andrei Rodrigues.

Por Redação POB

Publicado em 08/09/2026 • 22:58 · atualizado em 09/09/2026 • 08:05

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Cúpula da PF reage ao afastamento: 11 diretores colocam cargos à disposição

O afastamento preventivo do diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, provocou uma reação imediata dentro da cúpula da corporação. Onze diretores colocaram seus cargos à disposição do diretor-executivo William Marcel Murad, que assumiu interinamente o comando da PF.

Manifesto de apoio

Segundo reportagens do Pleno.News e da Folha de S.Paulo, os 11 dirigentes divulgaram uma manifestação em defesa de Andrei Rodrigues e do diretor de Inteligência Leandro Almada, também afastado por decisão do ministro André Mendonça.

No texto, os diretores rejeitaram acusações de atuação não republicana e afirmaram defender a autonomia e a atuação técnica da Polícia Federal.

William Murad assume o comando

Com o afastamento do diretor-geral, o diretor-executivo William Marcel Murad passou a responder interinamente pela corporação. O regulamento da PF coloca o diretor-executivo como substituto imediato do diretor-geral.

Em cerimônia na Academia Nacional de Polícia, Murad declarou confiança em Andrei e defendeu a atuação autônoma, técnica e apartidária da instituição. CNN Brasil e SBT News também registraram que Andrei deixou de participar do evento após a decisão de afastamento.

Momento de tensão interna

A manifestação coletiva mostra que a decisão do Supremo teve impacto direto sobre a estrutura de comando da Polícia Federal. Apesar dos cargos colocados à disposição, isso não significa automaticamente a saída dos 11 diretores: cabe ao comando interino e às autoridades competentes decidir sobre eventuais mudanças.

Disputa permanece no STF

A Segunda Turma do Supremo formou maioria para manter o afastamento de Andrei e Almada, mas o julgamento foi interrompido por pedido de vista do ministro Gilmar Mendes. Paralelamente, a Advocacia-Geral da União anunciou recurso contra a medida.

Fontes consultadas

As informações foram verificadas em reportagens do SBT News, CNN Brasil, Pleno.News e Folha de S.Paulo publicadas em 8 de setembro de 2026.

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