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Segunda Turma forma maioria pelo afastamento de Andrei, mas Gilmar Mendes pede vista

Fux e Nunes Marques acompanharam André Mendonça; julgamento foi interrompido antes da conclusão formal.

Por Redação POB

Publicado em 08/09/2026 • 22:58 · atualizado em 09/09/2026 • 08:29

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Segunda Turma forma maioria pelo afastamento de Andrei, mas Gilmar Mendes pede vista

A Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal formou maioria nesta terça-feira (8) para manter o afastamento preventivo do diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, e do diretor de Inteligência Policial, Leandro Almada da Costa. A análise, porém, não foi concluída porque o ministro Gilmar Mendes pediu vista do processo.

Placar chegou a três votos

André Mendonça, autor da decisão cautelar, submeteu a medida à Segunda Turma. Os ministros Luiz Fux e Kassio Nunes Marques anteciparam seus votos e acompanharam o relator, formando maioria de três votos no colegiado de cinco integrantes.

A CNN Brasil, a Agência Brasil, o SBT News e o Pleno.News registraram que o pedido de vista interrompeu a conclusão do julgamento, embora a maioria já estivesse formada.

O que muda com o pedido de vista

O pedido de vista dá mais tempo para análise do processo e impede, naquele momento, a proclamação definitiva do resultado colegiado. Segundo as reportagens consultadas, a liminar de André Mendonça continua produzindo efeitos enquanto o julgamento permanece suspenso.

Isso significa que Andrei Rodrigues e Leandro Almada seguem afastados preventivamente, salvo se houver nova decisão do STF que altere a medida.

Votos ainda podem ser revistos

Como o julgamento não foi encerrado, ministros podem rever seus votos antes da conclusão formal. Por isso, embora haja uma maioria formada, o processo ainda não teve resultado colegiado definitivo proclamado.

Decisão ocorre em meio a crise institucional

O caso se insere em uma disputa mais ampla envolvendo relatórios de inteligência da Polícia Federal, o ministro André Mendonça e o ministro Alexandre de Moraes. Mendonça afirma que a PF produziu relatórios que analisaram de forma indevida sua atuação e a de outras autoridades. A direção da Polícia Federal, por sua vez, recebeu apoio público de integrantes da cúpula da corporação.

Fontes consultadas

As informações foram verificadas em reportagens publicadas em 8 de setembro de 2026 por CNN Brasil, Agência Brasil, SBT News e Pleno.News.

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